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Polícia Civil prende em flagrante durante operação contra venda de cigarros eletrônicos em Indaial.

Polícia Civil prende em flagrante durante operação contra venda de cigarros eletrônicos em Indaial.

Foto: Divulgação/PCSC

Na tarde desta quarta-feira, 7 de maio de 2025, a Polícia Civil de Santa Catarina, em ação conjunta com a Vigilância Sanitária, deflagrou a “Operação Nuvem Tóxica” para combater a venda ilegal de cigarros eletrônicos em Indaial. A ação intensificou a fiscalização de estabelecimentos comerciais e resultou na prisão em flagrante de dois proprietários, flagrados comercializando Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), conhecidos popularmente como cigarros eletrônicos, vapers e e-cigarettes.

O nome da operação “Nuvem Tóxica” foi escolhido para destacar os riscos e o caráter ilícito do comércio desses produtos, que são proibidos pela legislação brasileira. De acordo com o delegado Filipe Martins, diversas denúncias chegaram à Polícia Civil nos últimos dias, relatando a venda de cigarros eletrônicos inclusive para adolescentes. Recentemente, os dispositivos também foram apreendidos em escolas do município, evidenciando o alcance do problema.

Durante a operação, vários pontos de comércio foram fiscalizados e, em dois deles, os responsáveis foram detidos por manter em depósito cigarros eletrônicos, acessórios e essências para revenda, crimes previstos no artigo 7º, inciso IX, da Lei 8.137/90 e no artigo 18, parágrafo 6º, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor. A pena pode variar de 2 a 5 anos de detenção, além de multa.

O Delegado responsável por coordenar a operação reforçou que a comercialização de cigarros eletrônicos é prática proibida no Brasil, alertando comerciantes e a população sobre os perigos e consequências legais dessa prática. Ele também ressaltou que esta foi apenas a primeira fase da “Operação Nuvem Tóxica” e que novas ações de fiscalização e investigação serão realizadas para combater a venda desses produtos no município.

Após a lavratura da prisão em flagrante, os autuados foram encaminhados ao presídio local e, nas próximas 24 horas, passarão por audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.